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- Postado por: kat às 23h34
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O que é o amor?

Essa foi uma pesquisa séria feita por profissionais de educação e psicologia com um grupo de crianças de 4 a 8 anos. Respostas: "Amor é quando alguém te magoa, e você, mesmo muito magoado, não grita, porque sabe que isso fere seus sentimentos." (Mathew - 6 anos) "Quando minha avó pegou artrite, ela não podia se debruçar para pintar as unhas dos dedos do pé. Meu avô, desde então, pinta as unhas para ela. Mesmo quando ele tem artrite." (Rebecca, 8 anos) "Amor é quando uma menina coloca perfume e o menino coloca loção pós-barba, e eles saem juntos e se cheiram." (Karl, 5 anos) "Eu sei que minha irmã mais velha me ama, porque ela me dá todas as suas roupas velhas e tem que sair para comprar outras." (Lauren, 4 anos) "Amor é como uma velhinha e um velhinho que ainda são muito amigos, mesmo conhecendo há muito tempo." (Tommy, 6 anos) "Quando alguém te ama, a forma de falar seu nome é diferente." (Billy, 4 anos) (liiiiiinnnndooo!!!!!!) "Amor é quando você sai para comer e oferece suas batatinhas fritas, sem esperar que a outra pessoa te ofereça as batatinhas dela." (Chrissy, 6 anos) (sem dúvida, a mais profunda!!!) "Amor é o que está com a gente no Natal, quando você pára de abrir os presentes e o escuta." (Bobby, 5 anos) "Se você quer aprender a amar melhor, você deve começar com um amigo que você não gosta." (Nikka, 6 anos) "Quando você fala para alguém algo ruim sobre você mesmo e sente medo que essa pessoa não venha a te amar por causa disso, aí você se surpeende, já que não só continuam te amando, como agora te amam mais ainda." (Samantha, 7 anos) (Gente, olha a profundidade dessa expressão!) "Há dois tipos de amor: o nosso amor e o amor de Deus, mas o amor de Deus junta os dois." (Jenny, 4 anos) "Amor é quando mamãe vê o papai suado e mal-cheiroso e ainda fala que ele é mais bonito que o Robert Redford." (Chris, 8 anos) (Que sinceridade...) "Durante minha apresentação de piano, eu vi meu pai na platéia me acenando e sorrindo. Era a única pessoa fazendo isso e eu não sentia medo." (Cindy, 8 anos) "Amor é quando você fala para um garoto que linda camisa ele está vestindo e ele a veste todo dia." (Noelle, 7 anos) "Não deveríamos dizer eu te amo a não ser quando realmente o sintamos. E se sentimos, então deveríamos expressá-lo muitas vezes. As pessoas esquecem de dizê-lo." (Jessica, 8 anos) "Amor é se abraçar, amor é se beijar, amor é dizer não." (Patty, 8 anos) "Amor é quando seu cachorro lambe sua cara, mesmo depois que você deixa ele sozinho o dia inteiro." (Mary Ann, 4 anos) "Quando você ama alguém seus olhos sobem e descem e pequenas estrelas saem de você." (Karen, 7 anos) "Deus poderia ter dito palavras mágicas para que os pregos caíssem do crucifixo, mas Ele não disse isso. Isso é amor." (Max, 5 anos) (com certeza, é a melhor definição de amor que eu já li até hoje.)

- Postado por: kat às 23h38
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NAMOROFOBIA

A praga da década são os namorofóbicos.

Homens (e mulheres) estão cada vez mais arredios ao título de namorado, mesmo que, na prática, namorem.

Uma coisa muito estranha. Saem, fazem sexo, vão ao cinema, freqüentam as respectivas casas, tudo numa freqüência de namorados, mas não admitem.

Têm alguns que até têm o cuidade de quebrar a constância só para não criar jurisprudência, como se diria em juridiquês.

Podem sair várias vezes numa semana, mas aí tem que dar uns intervalos regulamentares, que é para não parecer namoro.

- É tua namorada?

- Não, a gente tá ficando.

Ficando aonde, cara pálida?

Negam o namoro até a morte, como se namoro fosse casamento, como se o título fizesse o monge, como se namorar fosse outorgar um título de propriedade.

Devem temer que ao chamar de namorada (o) a criatura se transforme numa dominadora sádica, que vai arrastar a presa para o covil, fazer enxoval, comprar alianças, apresentar para a parentada toda e falar de casamento... Não vai.

Não a menos que seja um (a) psicopata. Mais pata que psico.

Namorar é leve, é bom, é gostoso.

Se interessar pelo outro e ligar para saber se está tudo bem, pode não ser cobrança, pode ser saudade, vontade de estar junto, de dividir.

A coisa é tão grave e levada a extremos que pode tudo, menos chamar de namorado.

Pode viajar junto, dormir junto, até ir ao supermercado junto (há meses!), mas não se pronunciar a palavra macabra: NAMORO.

Antes, o problema era outo: CASAMENTO.

Ui. Vá de retro! Cruz credo! Desafasta.

Agora é o namoro, que deveria ser o test-drive, a experiência, com toda a leveza do mundo.

Daqui a pouco o problema vai ser qualquer tipo de relacionamento que possa durar mais que uma noite e significar um envolvimento maior que saber o nome.

Do que o medo?

Da responsabilidade?

Da cobrança?

De gostar?

Sempre que a gente se envolve com alguém tem que ter cuidado.

Não é porque "a gente tá ficando" que não se deve respeito, carinho e cuidado.

Não é porque "a gente tá ficando" que você vai para cama num dia e no outro finge que não conhece e isso não dói ou que não é sacanagem.

Não é porque "a gente tá ficando" que o outro passa a ser mais um número no rol das experiências sexuais e só. Ou é?

Tô ficando velha?

Se estiver, paciência.

Comigo, só namorando!

(DANUSA LEÃO)

* esse texto foi enviado por minha amiga Lili!! bjos, Lili! Vlw!

 

 

 



- Postado por: kat às 09h49
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